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Perguntas Frequentes sobre a Administração Financeira da ICBA 1. Gostaria de saber como a ICBA é sustentada. Vocês arrecadam o dízimo? 2. Se algum membro da ICBA não contribuir financeiramente, qual será a atitude da igreja para com ele? 3. Como é possível saber se o dinheiro arrecadado na ICBA está sendo bem empregado? 6. Como as doações arrecadadas na ICBA são empregadas? 1. Gostaria de saber como a ICBA é sustentada. Vocês arrecadam o dízimo? A ICBA é sustentada através de doações. Na ICBA todo tipo de doação é voluntária. Não existe, portanto, uma arrecadação de dízimo. Cada um contribui conforme proposto em seu coração. A
igreja não pressiona ninguém a doar e também não cria circunstâncias
ou estabelece métodos de arrecadação visando pressionar ou constranger
potenciais colaboradores. As
doações são anônimas. Isso significa que a tesouraria da igreja não
sabe quem doou e quem não doou. Tampouco sabe quanto cada
um doou. Não existe nenhum controle da igreja sobre a vida financeira dos
seus colaboradores. Consequentemente a ICBA não é capaz de estimar o salário
de nenhum dos seus membros em função das contribuições arrecadadas.
Nenhum membro em nenhum momento é questionado a respeito do assunto,
embora exista a recomendação de que todos devem procurar encontrar
formas de auxiliar financeiramente a obra de Deus. Não existe discriminação entre doadores e não doadores na ICBA. Na prática isso significa que em nossa igreja ninguém assume ou deixa de assumir alguma função eclesiástica por ser ou não ser doador. Sabemos que em algumas igrejas apenas os dizimistas têm certos “direitos”. Na ICBA não funciona desta forma. Doadores e não doadores têm os mesmos direitos. Desta forma garantimos que a motivação de toda doação é o amor e não a manutenção de um status eclesiástico. Quem doa para a ICBA o faz com alegria e motivado pelo amor. 3. Como é possível saber se o dinheiro arrecadado na ICBA está sendo bem empregado? A
ICBA fornece mensalmente aos seus membros uma prestação de contas
detalhada de todos os valores arrecadados e de todas as despesas feitas no
mês. Entendemos que é DIREITO de todos os membros saber como cada
centavo arrecadado está sendo empregado e é DEVER da administração da
igreja ser transparente e prestar contas detalhadamente para os membros. A
falta de transparência na administração financeira é o primeiro passo
para os abusos que temos visto ultimamente em várias denominações
religiosas. Muitos líderes eclesiásticos sentem-se donos da igreja e dos
recursos financeiros arrecadados. Por esta razão não se sentem na obrigação
de prestar contas com ninguém. É quase que certo que tal filosofia levará
ao abuso financeiro. Um grupo pequeno será beneficiado com os recursos
arrecadados enquanto a grande maioria da igreja ficará desassistida em
termos financeiros. Infelizmente
devido aos abusos praticados por vários líderes religiosos de muitas
denominações, as pessoas tendem a associar a religião ao comércio.
Cristo veio para derrubar este conceito. Religião não é comércio. A
ICBA por palavras e por exemplo combate fortemente as práticas abusivas
de apelos constragedores, promessa de bênçãos em troca de dinheiro e
mau uso dos recursos arrecadados. Isso é uma abominação diante de Deus.
Entendemos que uma das melhores e mais eficientes formas de evitar que
este erro seja introduzido em nossa igreja é através da total e
irrestrita transparência
financeira. Para
entendermos a questão da “obrigatoriedade” do dízimo devemos
entender muito bem o ensino bíblico sobre os dois modelos sacerdotais: o
sistema levítico e o sistema de Melquisedeque. O sistema sacerdotal levítico
e suas leis duraram enquanto os levitas exerciam o sacerdócio no santuário
terrestre. Quando Cristo veio a esta terra, morreu por nós e subiu aos céus,
um novo modelo de sacerdócio foi inaugurado – um sacerdócio segundo a
ordem de Melquisedeque. O livro de Hebreus explica como Melquisedeque, rei
de Salém e sacerdote de Deus, representava a obra de Jesus Cristo como
nosso Sumo-Sacerdote. A
Palavra de Deus nos mostra que o dízimo é uma prática válida em ambos
os sistemas. Os levitas recebiam os dízimos e Melquisedeque também
recebeu os dízimos de Abraão. Embora a prática de dizimar seja válida
nos dois modelos sacerdotais, o dízimo só é (ou só foi) obrigatório
durante a vigência do modelo levítico. Fora do modelo levítico não há
lei que obrigue a devolução do dízimo. Veja o exemplo de Jacó que se
deu antes da vigência do modelo levítico (Gênesis 28:20-22). Ele fez um
voto sob uma condição para dar ao Senhor o dízimo. Se o dízimo fosse
algo obrigatório certamente Jacó o daria incondicionalmente, não
caberia um voto diante de algo que já é lei. A experiência de Jacó nos
mostra que o dízimo não era obrigatório em sua época, mas era algo que
poderia ser oferecido voluntariamente. Falando
sobre a lei do dízimo, Hebreus 7:12 afirma que havendo mudança de sacerdócio
houve mudança de lei. E a lei no contexto de Hebreus 7:5-12 é a lei do dízimo.
Isso significa que quando o sacerdócio levítico foi extinto, a lei que
obrigava a devolução dos dízimos também foi extinta. A ICBA entende que o modelo sacerdotal vigente é o de Melquisedeque e portanto todos estamos sujeitos apenas às leis relacionadas a este modelo sacerdotal. Entendemos que o modelo levítico e as leis relacionadas ao sacerdócio levítico não estão mais em vigor. É por esta razão que a ICBA não adota o sistema de dízimo. Cabe ao doador decidir se vai doar 1%, 10%, 20% ou qualquer outro percentual do seu salário para a obra de Deus. A
ICBA adotou o modelo administrativo do novo testamento: a igreja tem anciãos
(também chamados de presbíteros ou bispos no Novo Testamento) e diáconos.
Não existe o cargo de pastor na ICBA. A função de pastorear as ovelhas
do rebanho do Senhor é conferida aos anciãos e diáconos. Nenhum dos
oficiais da igreja é remunerado. Todos trabalham voluntariamente. Juridicamente,
por força estatutária, a igreja é representada legalmente por sete
diretores. O 26º artigo do estatuto proibe que estes diretores sejam
remunerados ou recebam qualquer tipo de benefício financeiro da igreja. 6. Como as doações arrecadadas na ICBA são empregadas? Os
recursos arrecadados são empregados para alcançar os objetivos da igreja
estabelecidos no estatuto. Os objetivos da ICBA conforme o estatuto social
são estes: 1)
Promoção de cultos de adoração ao único Deus Criador. 2)
A divulgação da mensagem cristã-adventista conforme exaradas nas
Escrituras Sagradas. 3)
O incentivo do estudo da Bíblia, destacando-se especialmente os ensinos
de Cristo, a lei de Deus e as profecias bíblicas. 4)
O desenvolvimento de projetos sociais visando o bem-estar mental, físico
e espiritual da comunidade onde a Igreja está sediada. 5)
A participação em projetos comunitários que sejam compatíveis com a
filosofia cristã-adventista. 6)
A denúncia e a crítica aos abusos espirituais protagonizados por líderes
eclesiásticos que se utilizam da religião e de seus adeptos para se
locupletar. 7)
O fornecimento de literatura e material que estejam alinhados com os
objetivos da Igreja. A ICBA deseja receber sua sugestão ou crítica sobre seu sistema de administração financeira. Por gentileza. Envie um email para contato@igrejacrista.com colocando no campo Assunto/Subject o seguinte: "Administração Financeira - Sugestão" Somos gratos por seu interesse, participação e orações em favor de nosso ministério. |
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